Reflexões dominicais
11/05/2014
Pe. Francoa Costa

Oremos pelas vocações sacerdotais!

 

Oremos pelas vocações sacerdotais! 

 

Gosto de pensar na figura de João. É o típico rapaz valioso e de pouca idade que decide entregar-se de corpo e alma a uma causa maior. João entregou tudo o que era seu aos cuidados de Jesus. João era jovem, tinha um coração puro, era um rapaz vigoroso, um jovenzinho de caráter forte, um coração grande e generoso. Eu não estou de acordo quando se escuta por aí que o vocacionado ao sacerdócio tem que fazer primeiro uma experiência de namoro antes de entrar no seminário. Aqueles que tiveram uma experiência desse tipo não são melhores nem piores do que aqueles que não a tiveram. No entanto, não posso deixar de elogiar a entrega total daqueles que, sem dividir o coração em nenhum momento, se entregaram totalmente a Cristo. Isso é maravilhoso!

Por outro lado, Jesus tem direito de escolher os seus ministros tanto entre os que mantiveram uma vida irrepreensível como o apóstolo João e o discípulo amado de Paulo, Timóteo; como entre aqueles que foram grandes pecadores, como Pedro, Paulo, Agostinho, etc. A todos esses o Senhor confiou a missão de ser pastores da sua grei.

No trecho do Evangelho de hoje, a palavra “porta” aparece quatro vezes. Jesus é a porta! Ou seja, o acesso a Deus, à felicidade, a uma vida verdadeiramente humana, é possível somente através de Cristo. Outras vozes, outras portas, outros pastores não conduzem à vida em abundância que só Jesus tem para dar-nos. Assim como Jesus é a porta das ovelhas, o sacerdote –agindo na Pessoa de Cristo cabeça e em nome da Igreja– também é porta. O sacerdote tem que ser pastor no Pastor. Ele não pode pregar uma doutrina diferente da de Jesus. Se o padre pregasse algo diferente do Evangelho, ele estaria fazendo ressoar uma voz que as ovelhas não seguiriam porque elas não reconheceriam nesse tipo de pregação a voz de Cristo, Pastor das suas almas. Nós, os sacerdotes, somos instrumentos do único Pastor. Chamam-nos pastores, e o somos, porque participamos no pastoreio de Jesus. Quando anunciamos a Palavra e quando celebramos os Sacramentos não somos nós, é Cristo em nós. Somos o mesmo Cristo, estamos identificados com ele. Que absurdo, portanto, pregar algo diferente do Evangelho! Que contrassenso pregar uma doutrina que não seja a doutrina católica, tanto em questões de fé quanto em questões de moral! Os fiéis de Cristo têm direito a escutar a voz de Cristo através dos seus sacerdotes. Os ministros do Senhor foram ordenados para isso. Os fiéis podem e devem exigir deles o Cristo, sua palavra santa e seus sacramentos.

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